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  • canal.biosfera - Canal Biosfera @canal.biosfera 1 hour ago
  • Série 🌳#Arvorescer🌳 #2

Araucária (Araucaria angustifolia)

Também conhecida como pinheiro-do-paraná, esta belíssima árvore se destaca em meio à vegetação com seu formato único. Historicamente a araucária se distribui por toda a região sul do Brasil e em florestas de altitude nos estados de São Paulo e Minas Gerais, principalmente na Serra da Mantiqueira.
As araucárias são heliófitas. Isso significa que elas precisam estar expostas à luz solar direta para se desenvolverem. Essa característica particular permite que as araucárias possam crescer em locais até então desabitados, tornando-as "espécies pioneiras de grande longevidade" desde que o solo seja profundo o suficiente para a fixação das raízes. A colonização das araucárias modifica o ambiente e o torna propício para a proliferação de outras espécies vegetais, porém isso só acontece sob determinada distância, pois as raízes das araucárias liberam substâncias que evitam o desenvolvimento de plantas diferentes nas proximidades como uma forma de proteger o seu espaço de crescimento.
As araucárias podem crescer até 50 metros e geralmente são as maiores árvores do local onde estão. Elas não produzem flores, portanto, produzem sementes diretamente sem a formação de frutos. Essas sementes, conhecidas como pinhão, são consumidas por muitas pessoas e também são foco atrativo de várias espécies de aves que agem como dispersores dessas sementes, contribuindo assim para o reflorestamento.
Sempre fomos ensinados que a araucária mantinha uma relação curiosa com a gralha-azul pelo fato dessa ave habitar a Mata de Araucárias e se alimentar de suas sementes, mas a gralha-azul raramente desce ao solo. As espécies que realmente "cultivam" essa árvore são a gralha-picaça e a cutia, que escondem as sementes para comer depois mas acabam se esquecendo delas, que por sua vez germinam numa nova planta.
Infelizmente a araucária está classificada como "Em perigo crítico" de extinção devido ao desmatamento da Mata Atlântica e à exploração ilegal da madeira. Contudo, muitas instituições conseguem produzir mudas para reintroduzir essa magnífica árvore na natureza.

Texto: Eduardo Pigozzi
Fotos: Google Imagens
Me siga lá: @edu.pigozzi Série 🌳#arvorescer🌳 #2 Araucária (Araucaria angustifolia) Também conhecida como pinheiro-do-paraná, esta belíssima árvore se destaca em meio à vegetação com seu formato único. Historicamente a araucária se distribui por toda a região sul do Brasil e em florestas de altitude nos estados de São Paulo e Minas Gerais, principalmente na Serra da Mantiqueira. As araucárias são heliófitas. Isso significa que elas precisam estar expostas à luz solar direta para se desenvolverem. Essa característica particular permite que as araucárias possam crescer em locais até então desabitados, tornando-as "espécies pioneiras de grande longevidade" desde que o solo seja profundo o suficiente para a fixação das raízes. A colonização das araucárias modifica o ambiente e o torna propício para a proliferação de outras espécies vegetais, porém isso só acontece sob determinada distância, pois as raízes das araucárias liberam substâncias que evitam o desenvolvimento de plantas diferentes nas proximidades como uma forma de proteger o seu espaço de crescimento. As araucárias podem crescer até 50 metros e geralmente são as maiores árvores do local onde estão. Elas não produzem flores, portanto, produzem sementes diretamente sem a formação de frutos. Essas sementes, conhecidas como pinhão, são consumidas por muitas pessoas e também são foco atrativo de várias espécies de aves que agem como dispersores dessas sementes, contribuindo assim para o reflorestamento. Sempre fomos ensinados que a araucária mantinha uma relação curiosa com a gralha-azul pelo fato dessa ave habitar a Mata de Araucárias e se alimentar de suas sementes, mas a gralha-azul raramente desce ao solo. As espécies que realmente "cultivam" essa árvore são a gralha-picaça e a cutia, que escondem as sementes para comer depois mas acabam se esquecendo delas, que por sua vez germinam numa nova planta. Infelizmente a araucária está classificada como "Em perigo crítico" de extinção devido ao desmatamento da Mata Atlântica e à exploração ilegal da madeira. Contudo, muitas instituições conseguem produzir mudas para reintroduzir essa magnífica árvore na natureza. Texto: Eduardo Pigozzi Fotos: Google Imagens Me siga lá: @edu.pigozzi
  • Série 🌳#arvorescer🌳 #2 Araucária (Araucaria angustifolia) Também conhecida como pinheiro-do-paraná, esta belíssima árvore se destaca em meio à vegetação com seu formato único. Historicamente a araucária se distribui por toda a região sul do Brasil e em florestas de altitude nos estados de São Paulo e Minas Gerais, principalmente na Serra da Mantiqueira. As araucárias são heliófitas. Isso significa que elas precisam estar expostas à luz solar direta para se desenvolverem. Essa característica particular permite que as araucárias possam crescer em locais até então desabitados, tornando-as "espécies pioneiras de grande longevidade" desde que o solo seja profundo o suficiente para a fixação das raízes. A colonização das araucárias modifica o ambiente e o torna propício para a proliferação de outras espécies vegetais, porém isso só acontece sob determinada distância, pois as raízes das araucárias liberam substâncias que evitam o desenvolvimento de plantas diferentes nas proximidades como uma forma de proteger o seu espaço de crescimento. As araucárias podem crescer até 50 metros e geralmente são as maiores árvores do local onde estão. Elas não produzem flores, portanto, produzem sementes diretamente sem a formação de frutos. Essas sementes, conhecidas como pinhão, são consumidas por muitas pessoas e também são foco atrativo de várias espécies de aves que agem como dispersores dessas sementes, contribuindo assim para o reflorestamento. Sempre fomos ensinados que a araucária mantinha uma relação curiosa com a gralha-azul pelo fato dessa ave habitar a Mata de Araucárias e se alimentar de suas sementes, mas a gralha-azul raramente desce ao solo. As espécies que realmente "cultivam" essa árvore são a gralha-picaça e a cutia, que escondem as sementes para comer depois mas acabam se esquecendo delas, que por sua vez germinam numa nova planta. Infelizmente a araucária está classificada como "Em perigo crítico" de extinção devido ao desmatamento da Mata Atlântica e à exploração ilegal da madeira. Contudo, muitas instituições conseguem produzir mudas para reintroduzir essa magnífica árvore na natureza. Texto: Eduardo Pigozzi Fotos: Google Imagens Me siga lá: @edu.pigozzi
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  • arquitetips - ✧❃ sαмiα ❃✧ @arquitetips 1 hour ago
  • OLÁ, PESSOAAAAL!!
Como vocês estão nesse domingo?
🕷
O post de hoje é baseado em uma aula muito boa do @descomplica e é, simplesmente, sobre o filo de maior biodiversidade da biologia🤩: OS ARTRÓPODES!
Espero que gostem! 💚🌈
🕷
Material usado:
- Canetinha Faber Castell Bicolor
- Canetinhas Maped Colorpeps
- Caneta Compactor 0.7
- Caneta Stabilo Pen 68
- Caneta Cis Gelyx Prata
.
#euarqt OLÁ, PESSOAAAAL!! Como vocês estão nesse domingo? 🕷 O post de hoje é baseado em uma aula muito boa do @descomplica e é, simplesmente, sobre o filo de maior biodiversidade da biologia🤩: OS ARTRÓPODES! Espero que gostem! 💚🌈 🕷 Material usado: - Canetinha Faber Castell Bicolor - Canetinhas Maped Colorpeps - Caneta Compactor 0.7 - Caneta Stabilo Pen 68 - Caneta Cis Gelyx Prata . #euarqt
  • OLÁ, PESSOAAAAL!! Como vocês estão nesse domingo? 🕷 O post de hoje é baseado em uma aula muito boa do @descomplica e é, simplesmente, sobre o filo de maior biodiversidade da biologia🤩: OS ARTRÓPODES! Espero que gostem! 💚🌈 🕷 Material usado: - Canetinha Faber Castell Bicolor - Canetinhas Maped Colorpeps - Caneta Compactor 0.7 - Caneta Stabilo Pen 68 - Caneta Cis Gelyx Prata . #euarqt
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